Um espaço voltado para o resgate e valorização da cultura.

"... Se eu ordenasse que um general se transformasse em gaivota, e o general não me obedecesse, a culpa não seria do general, seria minha... É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar... a autoridade repousa sobre a razão..."

Antoine Saint Exúpery
O Pequeno Príncipe

sábado, 8 de janeiro de 2011

sábado, 6 de novembro de 2010

Que tal?

Só não ver quem não quer...

Quando falo que os governos estão brincando de fazer educação, que não estão dando a mínima para educação no país, dizem que eu gosto de falar mal dos governos. Raciocinem comigo, como pode se trabalhar os conteúdos necessários para cada ciclo escolar se não se cumpre 50% da carga horária? As aulas já iniciam praticamente no mês de abril, tem-se inúmeros feriados, festas municipais além de outros motivos qualquer, criados justamente para não haver aula, e para acabar de esculhambar, encerram-se as aulas em novembro e ainda, de quebra, com a maior cara de pau, deixam explícito que tudo isso é devido o pagamento de contratados. Me pergunto, para onde e para quem irá os recursos que seriam destinados ao pagamento desses professores e funcionários da área. Fico só imaginando... a fila deve está bem concorrida!.
Será que pais, responsáveis, Conselhos Municipais de Educação e demais, nada veêm?
Na minha mente, esse sistema educacional, se é que assim  posso chamar, está se tornando insustentável, vejo uma bomba relógio que tende a explodir a qualquer momento.
Olhe pra cara e a disposição dos professores, aliás, já não há mais disposição, até aqueles mais despojados, corajosos e compromissados estão já não são mais os mesmos.
Os alunos... esses estão se tornando vítimas desse sistema inoperante, falido, tendo que se drogar pra suportar tamanha desmotivação (isso eu ouví de um deles), é uma pena.
Se for listar aqui a quantidade de falhas que representam o descaso com a educação, dormirei, aliás... não dormirei.
Lamento, no estado em que estou hoje (saúde) só posso lamentar e escrever é claro.

sábado, 16 de outubro de 2010

SAUDADES DE FERNANDA

Fernanda nos deixou, deixou sua marca contagiante, sua beleza, a alegria, o otimismo, a vaidade, a determinação... talvez tenham sido essas as qualidades mais marcante de Fernanda e será com essas caracteríticas que se tronará lembrada por todos aqueles que tiveram o prazer de tê-la conhecido.
A vida é mesmo uma caixinha de surpresa e às vezes ela nos parece tão injusta a ponto de nos esquecermos que tudo sendo gerenciado por Deus. Que Ele a acolha.
Ficaremos com saudades...

domingo, 3 de outubro de 2010

MARANHÃO...

Só posso dizer ... uma VERGONHA.
Com os resultados das urnas vou dormir triste, muito triste e tendo que engolir a frase "Cada povo tem o governo que merece". É uma pena!!!

sábado, 2 de outubro de 2010

Amanhã será o dia que chamam de "festa da democracia"

Como pode um povo que não sabe fazer o mínimo de uma análise crítica da situação em que se encontra, saber escolher entre poucas, raras e incompetentes opções os nomes que se propõem a comandar o País?e como colocar nas mãos desses cidadãos o poder de decisão se a maioria é coagida na hora do voto, ou como opnar se não temos uma população preparada para isso?
 Festa da democracia, parece mais piada...

sábado, 11 de setembro de 2010

O QUE É SER RADICAL?

Na garantia de uma fatia do bolo dos que comandam o Maranhão muitos, muitos mesmo preferem a conivência e ensaiam argumentos fajutos para sua opção.
 Aqueles que não se corrompem, que sua consciência política está além de qualquer cargo político, que pensam política de forma coletiva, que não tapam os olhos para as mazelas desse Estado, que não muda de opinião em nome de estratégias políticas, há esses chamam de radicais. A definição de radical que mais se encaixa com a situação em discussão segundo o dicionário Aurélio é, radical- aquele que, em política, não admite meio-termo. Embora utilizem esse vocábulo com  um sentido mais depreciativo, eles não deixam de ter razão. Ou seja, ou admitamos que o Maranhão é o resultado da irresponsabilidade de seus oligárquicos, ou não. O que não podemos é em um determinado período reconhecer tal situação e em outra ser cúmplice. 
A uma postura coerente com a real situação em que se encontra nosso estado, chamo de RESPONSABILIDADE.